(Imagem: Reprodução / Vale 360)
Por Danilo Costa
Familiares e amigos se despedem, nesta quarta-feira (20), de Jefferson Altino de Oliveira, de 38 anos.
O velório começou às 13h no Cemitério Municipal de Caçapava, mas o horário do enterro ainda não havia sido divulgado até a publicação desta reportagem.
Relembre o caso
Segundo informações da Polícia Civil, o corpo da vítima foi localizado nesta terça-feira (19), depois que o pai decidiu ir até a residência ao não conseguir contato com o filho desde o último domingo (17).
De acordo com a corporação, a vítima foi encontrada caído no chão, amarrado, amordaçado e com marcas de agressão pelo corpo. Além disso, o imóvel estava completamente revirado.
Câmeras mostram movimentação antes do crime em Caçapava
As investigações apontam que a vítima chegou em casa durante a madrugada acompanhada de duas mulheres e de um homem que seguia em uma bicicleta.
Pouco tempo depois, um quarto suspeito teria chegado ao local. As informações foram obtidas por meio da análise de imagens de câmeras de segurança.
Ainda segundo a Polícia Civil, os registros mostram que os suspeitos deixaram a residência por volta das 6h40, mas Jefferson não apareceu nas imagens saindo do imóvel.
A suspeita é de que ele tenha sido morto ainda durante a madrugada.
Já a perícia encontrou manchas de sangue nas paredes, sinais de luta corporal e indícios de violência intensa dentro da casa.
Segundo registro, não havia sinais de arrombamento no imóvel.
Polícia investiga possível asfixia e frases escritas na parede
De acordo com a corporação, o corpo apresentava ferimentos na região do pescoço, compatíveis com possível estrangulamento ou asfixia.
Além do mais, policiais encontraram frases com teor ameaçador escritas na parede da residência, e o conteúdo será analisado durante o andamento das investigações.
Já o carro da vítima, levado após o crime, foi localizado abandonado no bairro Vila Tupi, em São José dos Campos. O veículo passou por perícia e, posteriormente, foi devolvido à família.
Caso é tratado como latrocínio pela Polícia Civil
A Polícia Civil trata o caso como latrocínio, roubo seguido de morte, e continua investigando o crime para identificar os envolvidos e esclarecer a motivação.
Até o momento, nenhum suspeito havia sido preso.