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Por Danilo Costa
A mudança no local de custódia de Fernando Sastre de Andrade Filho foi registrada no processo judicial referente ao acidente de trânsito ocorrido em São Paulo, que resultou na morte de um motorista de aplicativo.
O empresário, que conduzia um Porsche no momento da colisão, não está mais preso em Tremembé e passou a cumprir prisão em outra unidade do Vale do Paraíba.
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária, Sastre foi transferido para a Penitenciária II de Potim, onde permanece desde o dia 18 de dezembro de 2025.
A mudança ocorreu de forma discreta e faz parte da reorganização do sistema prisional, sem alteração na situação processual do réu.
Antes disso, o empresário havia sido encaminhado, em maio de 2024, para a Penitenciária II de Tremembé, conhecida por receber presos envolvidos em casos de grande repercussão.
Na ocasião, ele passou pelo período de inclusão previsto pelas normas da unidade, permanecendo inicialmente em cela individual antes de ser integrado à rotina comum do presídio.
A transferência para Tremembé havia sido autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), após a negativa de um pedido de habeas corpus, atendendo a uma solicitação da defesa por uma unidade considerada mais segura.
O caso que levou à prisão de Sastre ocorreu em 31 de março, na Zona Leste da capital paulista.
De acordo com a investigação, o Porsche conduzido pelo empresário atingiu a traseira do veículo dirigido pelo motorista, que não resistiu aos ferimentos.
A denúncia do Ministério Público aponta que Sastre teria ingerido bebida alcoólica antes de assumir a direção, circunstância contestada por ele em depoimento.
Laudos periciais indicaram que o carro de luxo trafegava a 114 km/h no momento da colisão, tendo alcançado velocidade máxima de 156 km/h em uma via com limite de 50 km/h.
O empresário afirmou não ter percebido que conduzia o veículo acima do permitido. Já o amigo do acusado que estava no banco do passageiro, apresentou versão divergente à da defesa, afirmando que o amigo havia consumido álcool naquela noite.
O colega que está junto ao acusado chegou a ser internado novamente após o acidente, por complicações relacionadas a uma cirurgia anterior, mas já recebeu alta médica.
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A mudança no local de custódia de Fernando Sastre de Andrade Filho foi registrada no processo judicial referente ao acidente de trânsito ocorrido em São Paulo, que resultou na morte de um motorista de aplicativo.
O empresário, que conduzia um Porsche no momento da colisão, não está mais preso em Tremembé e passou a cumprir prisão em outra unidade do Vale do Paraíba.
Confirmação de transferência
Segundo a Secretaria da Administração Penitenciária, Sastre foi transferido para a Penitenciária II de Potim, onde permanece desde o dia 18 de dezembro de 2025.
A mudança ocorreu de forma discreta e faz parte da reorganização do sistema prisional, sem alteração na situação processual do réu.
Antes disso, o empresário havia sido encaminhado, em maio de 2024, para a Penitenciária II de Tremembé, conhecida por receber presos envolvidos em casos de grande repercussão.
Na ocasião, ele passou pelo período de inclusão previsto pelas normas da unidade, permanecendo inicialmente em cela individual antes de ser integrado à rotina comum do presídio.
A transferência para Tremembé havia sido autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), após a negativa de um pedido de habeas corpus, atendendo a uma solicitação da defesa por uma unidade considerada mais segura.
Acidente ocorreu na Zona Leste de São Paulo
O caso que levou à prisão de Sastre ocorreu em 31 de março, na Zona Leste da capital paulista.
De acordo com a investigação, o Porsche conduzido pelo empresário atingiu a traseira do veículo dirigido pelo motorista, que não resistiu aos ferimentos.
A denúncia do Ministério Público aponta que Sastre teria ingerido bebida alcoólica antes de assumir a direção, circunstância contestada por ele em depoimento.
Laudos periciais indicaram que o carro de luxo trafegava a 114 km/h no momento da colisão, tendo alcançado velocidade máxima de 156 km/h em uma via com limite de 50 km/h.
Versões divergentes sobre consumo de álcool
O empresário afirmou não ter percebido que conduzia o veículo acima do permitido. Já o amigo do acusado que estava no banco do passageiro, apresentou versão divergente à da defesa, afirmando que o amigo havia consumido álcool naquela noite.
O colega que está junto ao acusado chegou a ser internado novamente após o acidente, por complicações relacionadas a uma cirurgia anterior, mas já recebeu alta médica.
Foto: Reprodução / TV Brasil
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