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Delegacia de Polícia de Jacareí.
Por Danilo Costa
Jacareí é um dos principais pontos de uma grande operação realizada nesta terça-feira (10) pela Polícia Civil contra uma quadrilha especializada em ataques a bancos.
Segundo a investigação, o grupo atuava com extrema violência, armamento pesado e tecnologia avançada, configurando o chamado “novo cangaço”.
Batizada de Operação Volante, a ação é conduzida pela Delegacia de Cravinhos com apoio do Gaeco e do Ministério Público.
Ao todo, a Justiça determinou 10 prisões e 20 buscas e apreensões, cumpridas simultaneamente em Jacareí, São Paulo, Embu das Artes, Taboão da Serra, Ribeirão Preto e Cravinhos.
Segundo a Polícia Civil, o grupo planejava ataques a instituições financeiras utilizando fuzis de alto calibre, incluindo o calibre .50, capaz de derrubar aeronaves, explosivos e veículos blindados.
A quadrilha também recorria a drones e equipamentos táticos para monitorar os alvos e os movimentos das forças de segurança, garantindo vantagem durante os crimes.
A ofensiva mobiliza unidades de elite, como Deic, GOE e Dope, além de equipes do Baep e do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar.
Ainda nesta terça-feira será divulgado o balanço completo da operação, incluindo o número de presos e os materiais apreendidos.
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Por Danilo Costa
Jacareí é um dos principais pontos de uma grande operação realizada nesta terça-feira (10) pela Polícia Civil contra uma quadrilha especializada em ataques a bancos.
Segundo a investigação, o grupo atuava com extrema violência, armamento pesado e tecnologia avançada, configurando o chamado “novo cangaço”.
Operação contra quadrilha de assaltantes de bancos
Batizada de Operação Volante, a ação é conduzida pela Delegacia de Cravinhos com apoio do Gaeco e do Ministério Público.
Ao todo, a Justiça determinou 10 prisões e 20 buscas e apreensões, cumpridas simultaneamente em Jacareí, São Paulo, Embu das Artes, Taboão da Serra, Ribeirão Preto e Cravinhos.
Quadrilha investigada planejava ataques com fuzis e explosivos
Segundo a Polícia Civil, o grupo planejava ataques a instituições financeiras utilizando fuzis de alto calibre, incluindo o calibre .50, capaz de derrubar aeronaves, explosivos e veículos blindados.
A quadrilha também recorria a drones e equipamentos táticos para monitorar os alvos e os movimentos das forças de segurança, garantindo vantagem durante os crimes.
A ofensiva mobiliza unidades de elite, como Deic, GOE e Dope, além de equipes do Baep e do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar.
Ainda nesta terça-feira será divulgado o balanço completo da operação, incluindo o número de presos e os materiais apreendidos.
Foto: Reprodução / google street view
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