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Autuação foi de R$32 mil a proprietária em Campos do Jordão.
Por Danilo Costa
Uma ação de fiscalização da Polícia Militar Ambiental resultou na apreensão de aves silvestres mantidas ilegalmente em uma residência de Campos do Jordão.
Segundo informações da Polícia Ambiental, a ocorrência foi registrada nesta segunda-feira (2), no bairro Vila Inglesa, durante uma vistoria voltada ao combate ao cativeiro irregular de animais silvestres.
No imóvel, os policiais localizaram quatro aves de espécies protegidas: duas araras-canindé, uma arara-vermelha e um periquitão-maracanã.
Segundo a corporação, a responsável pelo local não apresentou documentação válida para a posse dos animais.
A nota fiscal exibida teria sido emitida por uma empresa sem registro junto ao Cadastro Técnico Federal, além de ter sido constatada adulteração em um dos mecanismos de identificação das aves.
Diante das irregularidades, o periquitão-maracanã foi devolvido imediatamente à natureza, enquanto as araras foram encaminhadas ao IBAMA, em Lorena, para avaliação e cuidados especializados.
A mulher foi autuada em R$ 32 mil, valor agravado pelo fato de a apreensão ocorrer em área de entorno de unidade de conservação e por envolver espécies ameaçadas de extinção, conforme a legislação ambiental paulista.
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Por Danilo Costa
Uma ação de fiscalização da Polícia Militar Ambiental resultou na apreensão de aves silvestres mantidas ilegalmente em uma residência de Campos do Jordão.
Segundo informações da Polícia Ambiental, a ocorrência foi registrada nesta segunda-feira (2), no bairro Vila Inglesa, durante uma vistoria voltada ao combate ao cativeiro irregular de animais silvestres.
Araras e periquito eram mantidos sem autorização ambiental
No imóvel, os policiais localizaram quatro aves de espécies protegidas: duas araras-canindé, uma arara-vermelha e um periquitão-maracanã.
Segundo a corporação, a responsável pelo local não apresentou documentação válida para a posse dos animais.
A nota fiscal exibida teria sido emitida por uma empresa sem registro junto ao Cadastro Técnico Federal, além de ter sido constatada adulteração em um dos mecanismos de identificação das aves.
Multa chega a R$ 32 mil por crime ambiental
Diante das irregularidades, o periquitão-maracanã foi devolvido imediatamente à natureza, enquanto as araras foram encaminhadas ao IBAMA, em Lorena, para avaliação e cuidados especializados.
A mulher foi autuada em R$ 32 mil, valor agravado pelo fato de a apreensão ocorrer em área de entorno de unidade de conservação e por envolver espécies ameaçadas de extinção, conforme a legislação ambiental paulista.
Foto: Divulgação / SSP
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