WhatsApp-Image-2026-01-28-at-11.41.04
Por Danilo Costa
Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) mobilizou mais de cem agentes na manhã desta quarta-feira (28) para o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas sedes do Poder Executivo e do Poder Legislativo de Ferraz de Vasconcelos.
A ação investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo acordos ambientais firmados pela prefeitura.
Batizada de Operação TAC, a ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e pelo Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), com apoio da Polícia Militar.
Além das buscas, a Justiça determinou o afastamento de agentes públicos investigados, bem como o bloqueio de bens e valores vinculados às pessoas físicas e jurídicas envolvidas.
As apurações tiveram como ponto de partida informações obtidas na Operação Munditia, realizada anteriormente, a partir da análise de dados extraídos de aparelhos telefônicos pertencentes a um ex-vereador.
A partir desse material, os investigadores identificaram indícios de um novo acordo irregular entre agentes públicos e um empresário para a celebração de dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) no âmbito da Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos.
Segundo o Ministério Público, os TACs teriam sido utilizados para suspender certidões de dívida ativa da empresa, relacionadas a infrações ambientais, além de viabilizar a desistência de ações judiciais movidas pelo município.
Em contrapartida, teria ocorrido o pagamento de propina a agentes públicos, incluindo secretários municipais, um vereador e terceiros com influência política na cidade. As investigações indicam que a dívida negociada ultrapassava R$ 24 milhões.
Apesar de os acordos preverem obrigações ambientais por parte da empresa, o efetivo cumprimento dessas medidas ainda será analisado, com atuação conjunta do GAEMA.
Ainda de acordo com o MPSP, o pagamento das vantagens indevidas teria sido feito por meio da emissão de notas fiscais em nome de pessoas jurídicas, algumas apontadas como empresas de fachada, e por transferências financeiras, mecanismo utilizado para ocultar a origem dos valores.
A Operação TAC segue em andamento e busca aprofundar, segundo o MPSP, a responsabilização dos possíveis envolvidos no esquema de corrupção e fraude em acordos ambientais.
Mais notícias
Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MPSP) mobilizou mais de cem agentes na manhã desta quarta-feira (28) para o cumprimento de mandados de busca e apreensão nas sedes do Poder Executivo e do Poder Legislativo de Ferraz de Vasconcelos.
A ação investiga um suposto esquema de corrupção envolvendo acordos ambientais firmados pela prefeitura.
Batizada de Operação TAC, a ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) e pelo Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (GAEMA), com apoio da Polícia Militar.
Justiça determina afastamento de agentes públicos e bloqueio de bens
Além das buscas, a Justiça determinou o afastamento de agentes públicos investigados, bem como o bloqueio de bens e valores vinculados às pessoas físicas e jurídicas envolvidas.
As apurações tiveram como ponto de partida informações obtidas na Operação Munditia, realizada anteriormente, a partir da análise de dados extraídos de aparelhos telefônicos pertencentes a um ex-vereador.
A partir desse material, os investigadores identificaram indícios de um novo acordo irregular entre agentes públicos e um empresário para a celebração de dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) no âmbito da Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos.
TACs teriam suspendido cobrança de dívida superior a R$ 24 milhões
Segundo o Ministério Público, os TACs teriam sido utilizados para suspender certidões de dívida ativa da empresa, relacionadas a infrações ambientais, além de viabilizar a desistência de ações judiciais movidas pelo município.
Em contrapartida, teria ocorrido o pagamento de propina a agentes públicos, incluindo secretários municipais, um vereador e terceiros com influência política na cidade. As investigações indicam que a dívida negociada ultrapassava R$ 24 milhões.
Apesar de os acordos preverem obrigações ambientais por parte da empresa, o efetivo cumprimento dessas medidas ainda será analisado, com atuação conjunta do GAEMA.
Notas fiscais e transferências financeiras teriam ocultado valores
Ainda de acordo com o MPSP, o pagamento das vantagens indevidas teria sido feito por meio da emissão de notas fiscais em nome de pessoas jurídicas, algumas apontadas como empresas de fachada, e por transferências financeiras, mecanismo utilizado para ocultar a origem dos valores.
A Operação TAC segue em andamento e busca aprofundar, segundo o MPSP, a responsabilização dos possíveis envolvidos no esquema de corrupção e fraude em acordos ambientais.
Foto: Divulgação / MPSP
Destaque
Campos do Jordão registra a cesta básica mais cara da RMVale em março de 2026
Noticias
Operação da 2º fase da carga especial na Rodovia dos Tamoios permanece suspensa por tempo indeterminado
Destaque
RMVale abre 71 vagas de emprego no setor de atacarejo
Destaque
Operação da PM em Aparecida resulta em prisão e apreensão de mais de 5kg de entorpecentes
Destaque
Ilhabela anuncia 118 vagas de emprego para diferentes áreas
Destaque
Ilhabela registra atrasos históricos em pagamentos a fornecedores
Destaque
Prisões e apreensões marcam operação contra tráfico em diversos bairros de São José
Destaque
Crateras em São José dos Campos leva a obra de R$ 8,7 milhões no Jardim Imperial
Destaque
Multinacional em São José abre 54 vagas de emprego em diversos setores
Destaque
Polícia Civil investiga tentativa de homicídio contra mulher de 35 anos em Lorena