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Por Danilo Costa
A notícia da captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro na madrugada do último sábado (3) repercutiu internacionalmente e ganhou eco em São José dos Campos e na capital paulista, onde o atual prefeito Anderson Farias (PSD) e o ex-prefeito e atual vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), vivem, respectivamente, e se posicionaram através das redes sociais sobre o desfecho da operação liderada pelos Estados Unidos.
Em publicação feita em suas redes sociais, Anderson Farias afirmou que, diante da confirmação oficial de todos os detalhes da operação, a situação evidencia que ditaduras não podem ser normalizadas.
Já o ex-prefeito de São José e atual vice-governador do estado de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), compartilhou um vídeo em suas redes sociais mostrando a população de Caracas comemorando a prisão de Maduro, inclusive derrubando um banner com a imagem do ditador.

Segundo informações da CNN, tremores, explosões e barulho de aeronaves marcaram a madrugada durante a ofensiva. Pelo menos sete explosões foram ouvidas em um intervalo de 30 minutos e parte da cidade chegou a ficar sem energia.
A captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, foi conduzida pela Força Delta, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos especializada em contraterrorismo, resgate de reféns e ação direta.
Ainda segundo da CNN, Maduro teria tentado se refugiar em uma sala segura da residência, mas foi surpreendido pela operação enquanto dormia.
Em poucos minutos, o casal foi transportado de helicóptero até o navio militar USS Iwo Jima, já posicionado no Caribe, marcando a primeira intervenção militar direta americana na América Latina desde a derrubada de Manuel Noriega no Panamá, em 1989.
Por fim, oficiais venezuelanos informaram que pelo menos 80 pessoas morreram durante a operação, embora números oficiais ainda não tenham sido divulgados.
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A notícia da captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro na madrugada do último sábado (3) repercutiu internacionalmente e ganhou eco em São José dos Campos e na capital paulista, onde o atual prefeito Anderson Farias (PSD) e o ex-prefeito e atual vice-governador de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), vivem, respectivamente, e se posicionaram através das redes sociais sobre o desfecho da operação liderada pelos Estados Unidos.
Prefeito de São José destaca defesa da democracia e dos direitos humanos
Em publicação feita em suas redes sociais, Anderson Farias afirmou que, diante da confirmação oficial de todos os detalhes da operação, a situação evidencia que ditaduras não podem ser normalizadas.
“A Venezuela vive uma tragédia humanitária provocada por um regime que calou vozes, desmontou instituições e empurrou milhões de pessoas para fora do seu país. Defender a liberdade, a democracia e o direito dos povos escolherem seus caminhos nunca será extremismo. É dever moral. São José dos Campos sempre estará do lado da democracia, da liberdade e dos valores que respeitam as pessoas. O mundo precisa deixar claro: ditadores não são líderes legítimos”, escreveu o prefeito.
Ex-prefeito e vice-governador comemora prisão de Maduro
Já o ex-prefeito de São José e atual vice-governador do estado de São Paulo, Felício Ramuth (PSD), compartilhou um vídeo em suas redes sociais mostrando a população de Caracas comemorando a prisão de Maduro, inclusive derrubando um banner com a imagem do ditador.
“Quando uma ditadura cai, a esperança renasce. Que a prisão do Ditador Comunista Maduro seja o início de um tempo de liberdade e prosperidade para o povo venezuelano, que tanto sofreu nas mãos desses criminosos”, destacou Ramuth.

Operação militar americana surpreende Caracas
Segundo informações da CNN, tremores, explosões e barulho de aeronaves marcaram a madrugada durante a ofensiva. Pelo menos sete explosões foram ouvidas em um intervalo de 30 minutos e parte da cidade chegou a ficar sem energia.
A captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, foi conduzida pela Força Delta, unidade de elite do Exército dos Estados Unidos especializada em contraterrorismo, resgate de reféns e ação direta.
Ainda segundo da CNN, Maduro teria tentado se refugiar em uma sala segura da residência, mas foi surpreendido pela operação enquanto dormia.
Em poucos minutos, o casal foi transportado de helicóptero até o navio militar USS Iwo Jima, já posicionado no Caribe, marcando a primeira intervenção militar direta americana na América Latina desde a derrubada de Manuel Noriega no Panamá, em 1989.
Por fim, oficiais venezuelanos informaram que pelo menos 80 pessoas morreram durante a operação, embora números oficiais ainda não tenham sido divulgados.
Foto 1: Reprodução / redes sociais
Foto 2: Reprodução / redes sociais
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