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Por Danilo Costa
A Câmara Municipal aprovou, nesta quarta-feira (3), a primeira etapa de discussão do orçamento previsto para 2026, um pacote que ultrapassa R$ 2,2 bilhões e que deve direcionar os rumos da administração municipal em áreas como saúde, educação, infraestrutura e serviços urbanos.
A proposta, encaminhada pelo prefeito Celso Florêncio (PL), organiza quanto a cidade pretende arrecadar e como deverá ser aplicado no próximo exercício.
A maior fatia do montante, segundo a Lei Orçamentária Anual (LOA), está concentrada na Administração Direta, que reúne secretarias e fundos municipais. Ela responde por aproximadamente R$ 1,65 bilhão do total.
Outros R$ 613 milhões são destinados aos órgãos da Administração Indireta, enquanto o Legislativo deve operar com cerca de R$ 35 milhões.
Entre as receitas próprias, o município tem como base os tributos municipais, ISS, IPTU, ITBI e o Imposto de Renda retido na fonte, que seguem como principais pilares do orçamento.
Juntos, esses impostos representam mais de R$ 400 milhões da projeção de entrada de recursos.
Em paralelo, o município também depende de repasses estaduais e federais, com destaque para ICMS e FPM, que somam mais de R$ 500 milhões.
A soma das principais fontes, arrecadação própria e transferências, chega a cerca de R$ 887 milhões para 2026, valor que servirá de base para definir prioridades e financiar projetos em andamento ou previstos para o próximo ano.
Com a aprovação em primeira votação, o texto segue para nova análise do plenário. Os vereadores ainda farão uma segunda discussão antes da definição final do orçamento.
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A Câmara Municipal aprovou, nesta quarta-feira (3), a primeira etapa de discussão do orçamento previsto para 2026, um pacote que ultrapassa R$ 2,2 bilhões e que deve direcionar os rumos da administração municipal em áreas como saúde, educação, infraestrutura e serviços urbanos.
A proposta, encaminhada pelo prefeito Celso Florêncio (PL), organiza quanto a cidade pretende arrecadar e como deverá ser aplicado no próximo exercício.
A maior fatia do montante, segundo a Lei Orçamentária Anual (LOA), está concentrada na Administração Direta, que reúne secretarias e fundos municipais. Ela responde por aproximadamente R$ 1,65 bilhão do total.
Outros R$ 613 milhões são destinados aos órgãos da Administração Indireta, enquanto o Legislativo deve operar com cerca de R$ 35 milhões.
Entre as receitas próprias, o município tem como base os tributos municipais, ISS, IPTU, ITBI e o Imposto de Renda retido na fonte, que seguem como principais pilares do orçamento.
Juntos, esses impostos representam mais de R$ 400 milhões da projeção de entrada de recursos.
Em paralelo, o município também depende de repasses estaduais e federais, com destaque para ICMS e FPM, que somam mais de R$ 500 milhões.
A soma das principais fontes, arrecadação própria e transferências, chega a cerca de R$ 887 milhões para 2026, valor que servirá de base para definir prioridades e financiar projetos em andamento ou previstos para o próximo ano.
Com a aprovação em primeira votação, o texto segue para nova análise do plenário. Os vereadores ainda farão uma segunda discussão antes da definição final do orçamento.
Foto: Divulgação / Câmara de Jacareí
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