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Por Danilo Costa
O Ministério Público Federal abriu uma nova frente de responsabilização judicial envolvendo interrupções na Via Dutra, trecho estratégico para o transporte entre o Vale do Paraíba, capital fluminense e paulista.
Além disso, o órgão aponta que a rodovia teve operação comprometida em dois episódios recentes.
A apuração mira cinco pessoas e duas empresas do setor de transporte que, segundo o órgão, teriam atuado diretamente em bloqueios registrados entre Jacareí e São José dos Campos nos dias 31 de outubro e 2 de novembro de 2022, logo após os resultados das eleições.
Identificação dos líderes e histórico de bloqueios
Diante disso, os pedidos apresentados pelo MPF incluem indenizações por danos morais coletivos. Os valores solicitados variam de R$ 5 mil a R$ 40 mil para cada acusado, definidos conforme o tipo de envolvimento atribuído a cada um e os veículos empregados nas ações.
Ainda segundo o MPF, os bloqueios interferiram na circulação pela BR-116, rodovia usada diariamente para o fluxo de carga e abastecimento das cidades da RMVale, além de atender deslocamentos para serviços essenciais.
Para sustentar a ação, entre os registros utilizados no processo estão informações levantadas pela Polícia Rodoviária Federal e imagens da concessionária responsável pela rodovia, analisadas pela Polícia Federal.
No decorrer das apurações, as investigações indicam que três dos envolvidos exerciam influência entre caminhoneiros e teriam assumido funções de liderança na articulação dos atos.
Além disso, o MPF também relaciona dois deles a outro bloqueio ocorrido em março de 2021, quando manifestações da categoria ocuparam faixas da rodovia na região.
Nesse episódio, conforme os laudos, foram apontados danos a caminhões, como corte de mangueiras de combustível e componentes de freio, impedindo a saída de motoristas.
Por fim, no caso dos atos de 2022, as apurações apontam abandono de veículos no km 161 e restrições de circulação próximas à Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos.
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O Ministério Público Federal abriu uma nova frente de responsabilização judicial envolvendo interrupções na Via Dutra, trecho estratégico para o transporte entre o Vale do Paraíba, capital fluminense e paulista.
Além disso, o órgão aponta que a rodovia teve operação comprometida em dois episódios recentes.
A apuração mira cinco pessoas e duas empresas do setor de transporte que, segundo o órgão, teriam atuado diretamente em bloqueios registrados entre Jacareí e São José dos Campos nos dias 31 de outubro e 2 de novembro de 2022, logo após os resultados das eleições.
Identificação dos líderes e histórico de bloqueios
Diante disso, os pedidos apresentados pelo MPF incluem indenizações por danos morais coletivos. Os valores solicitados variam de R$ 5 mil a R$ 40 mil para cada acusado, definidos conforme o tipo de envolvimento atribuído a cada um e os veículos empregados nas ações.
Ainda segundo o MPF, os bloqueios interferiram na circulação pela BR-116, rodovia usada diariamente para o fluxo de carga e abastecimento das cidades da RMVale, além de atender deslocamentos para serviços essenciais.
Para sustentar a ação, entre os registros utilizados no processo estão informações levantadas pela Polícia Rodoviária Federal e imagens da concessionária responsável pela rodovia, analisadas pela Polícia Federal.
No decorrer das apurações, as investigações indicam que três dos envolvidos exerciam influência entre caminhoneiros e teriam assumido funções de liderança na articulação dos atos.
Além disso, o MPF também relaciona dois deles a outro bloqueio ocorrido em março de 2021, quando manifestações da categoria ocuparam faixas da rodovia na região.
Nesse episódio, conforme os laudos, foram apontados danos a caminhões, como corte de mangueiras de combustível e componentes de freio, impedindo a saída de motoristas.
Por fim, no caso dos atos de 2022, as apurações apontam abandono de veículos no km 161 e restrições de circulação próximas à Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos.
Foto: Divulgação/ Roosevelt Cássio
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