WhatsApp-Image-2026-01-16-at-15.30.55
Por Danilo Costa
A Prefeitura de Taubaté revogou o edital de chamamento público que previa a contratação de uma nova entidade para administrar o Hospital Municipal Universitário de Taubaté (HMUT).
A revogação foi oficializada no Diário Oficial do Município desta quinta-feira (15) e assinada pelo secretário municipal de Saúde, Carlo Guilherme da Silveira e Lima.
O despacho aponta que a medida foi tomada com base no artigo 71 da Lei Federal, que permite à administração pública interromper um chamamento por interesse público devidamente justificado.
Em nota oficial, a Prefeitura de Taubaté informou que “o chamamento público 18/25 foi revogado para alinhamento e ajustes na área técnica de gestão hospitalar da unidade e será republicado posteriormente”.
O edital havia sido lançado em dezembro e previa a contratação de uma Organização Social de Saúde (OSS), sem fins lucrativos, para assumir a administração do hospital.
Atualmente, o HMUT é gerido pelo Grupo Chavantes, por meio da Santa Casa de Chavantes, com contrato vigente até 1º de agosto de 2026.
Responsável pela administração do hospital há quase dois anos, o Grupo Chavantes afirmou acompanhar a suspensão do edital e manifestou disposição para dialogar com o município.
A entidade afirma que as dificuldades financeiras do hospital não são recentes e antecedem a atual gestão.
Ainda conforme a nota, o Grupo Chavantes afirma que assumiu a unidade em condições financeiras diferentes das apresentadas inicialmente.
A gestão também aponta que, ao longo do contrato, houve ampliação da oferta de serviços sem recomposição financeira.
Para o Grupo Chavantes, o valor previsto no edital suspenso evidencia o reconhecimento da defasagem contratual.
A instituição informou ainda que mantém tratativas com órgãos de controle.
O grupo destaca que o contrato atual permanece em vigor e prevê possibilidade de renovação. “O Grupo Chavantes possui contrato vigente, com previsão de renovação em julho, podendo ser renovado por até quatro anos consecutivos”, afirma a nota.
Por fim, a entidade declarou interesse em permanecer à frente da unidade.
Mais notícias
A Prefeitura de Taubaté revogou o edital de chamamento público que previa a contratação de uma nova entidade para administrar o Hospital Municipal Universitário de Taubaté (HMUT).
A revogação foi oficializada no Diário Oficial do Município desta quinta-feira (15) e assinada pelo secretário municipal de Saúde, Carlo Guilherme da Silveira e Lima.
O despacho aponta que a medida foi tomada com base no artigo 71 da Lei Federal, que permite à administração pública interromper um chamamento por interesse público devidamente justificado.
Município fala em ajustes técnicos
Em nota oficial, a Prefeitura de Taubaté informou que “o chamamento público 18/25 foi revogado para alinhamento e ajustes na área técnica de gestão hospitalar da unidade e será republicado posteriormente”.
O edital havia sido lançado em dezembro e previa a contratação de uma Organização Social de Saúde (OSS), sem fins lucrativos, para assumir a administração do hospital.
Atualmente, o HMUT é gerido pelo Grupo Chavantes, por meio da Santa Casa de Chavantes, com contrato vigente até 1º de agosto de 2026.
Gestão atual aponta defasagem no contrato
Responsável pela administração do hospital há quase dois anos, o Grupo Chavantes afirmou acompanhar a suspensão do edital e manifestou disposição para dialogar com o município.
“O Grupo Chavantes informa que acompanha a suspensão do edital do Hospital Municipal Universitário de Taubaté (HMUT) e segue à disposição do município para o diálogo”, esclareceu o grupo.
A entidade afirma que as dificuldades financeiras do hospital não são recentes e antecedem a atual gestão.
“O HMUT enfrenta discussões relacionadas ao financiamento há muitos anos, desde gestões anteriores ao Grupo Chavantes, e cabe ao poder público reconhecer que o valor atualmente praticado é deficitário e adotar medidas para solucionar essa situação”, destacou a instituição.
Aumento de demanda sem reajuste
Ainda conforme a nota, o Grupo Chavantes afirma que assumiu a unidade em condições financeiras diferentes das apresentadas inicialmente.
“O hospital foi assumido com valor deficitário, diferente do que foi apresentado no edital do qual a instituição participou e nas informações disponibilizadas durante a visita técnica”, diz o comunicado.
A gestão também aponta que, ao longo do contrato, houve ampliação da oferta de serviços sem recomposição financeira.
“Ao longo desse período, a unidade passou a ofertar um volume maior de serviços do que o previsto originalmente, sem qualquer reajuste contratual”, afirma a instituição, que relata ter solicitado recomposição do valor em 2024 formalmente a recomposição do valor com base no IPCA, conforme previsto em lei, o que não foi concedido.
Suspensão reforça debate sobre financiamento
Para o Grupo Chavantes, o valor previsto no edital suspenso evidencia o reconhecimento da defasagem contratual.
“O edital suspenso foi publicado com valor superior ao atualmente praticado, com pouquíssimas mudanças em relação ao contrato vigente, o que indica o reconhecimento, por parte do município, de que o montante atual está defasado”, avaliou o Grupo Chavantes.
A instituição informou ainda que mantém tratativas com órgãos de controle.
“O Grupo Chavantes, por meio de seu departamento jurídico, mantém diálogo com órgãos de controle e autoridades competentes, que compartilham do entendimento de que a adequação financeira é fundamental para garantir a sustentabilidade do hospital e a continuidade da assistência à população”, afirmou a gestão.
Contrato segue válido e expectativa é de ajustes
O grupo destaca que o contrato atual permanece em vigor e prevê possibilidade de renovação. “O Grupo Chavantes possui contrato vigente, com previsão de renovação em julho, podendo ser renovado por até quatro anos consecutivos”, afirma a nota.
Por fim, a entidade declarou interesse em permanecer à frente da unidade.
“A instituição espera que a suspensão do edital possibilite os ajustes necessários para a adequação do valor à realidade operacional do hospital e mantém interesse em participar do processo e seguir à frente da administração da unidade, com o compromisso de garantir a continuidade dos atendimentos e a manutenção da qualidade dos serviços prestados à população”, concluiu a atual gestão.
Foto: Reprodução
Destaque
Campos do Jordão registra a cesta básica mais cara da RMVale em março de 2026
Noticias
Operação da 2º fase da carga especial na Rodovia dos Tamoios permanece suspensa por tempo indeterminado
Destaque
RMVale abre 71 vagas de emprego no setor de atacarejo
Destaque
Operação da PM em Aparecida resulta em prisão e apreensão de mais de 5kg de entorpecentes
Destaque
Ilhabela anuncia 118 vagas de emprego para diferentes áreas
Destaque
Ilhabela registra atrasos históricos em pagamentos a fornecedores
Destaque
Prisões e apreensões marcam operação contra tráfico em diversos bairros de São José
Destaque
Crateras em São José dos Campos leva a obra de R$ 8,7 milhões no Jardim Imperial
Destaque
Multinacional em São José abre 54 vagas de emprego em diversos setores
Destaque
Polícia Civil investiga tentativa de homicídio contra mulher de 35 anos em Lorena