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Músicos se apresentando em São Luiz do Paraitinga.
Por Danilo Costa
Um decreto publicado pela Prefeitura de São Luiz do Paraitinga no início deste ano passou a restringir a realização de música ao vivo em áreas externas de bares, restaurantes e estabelecimentos similares no município.
A norma, que entrou em vigor na última quinta-feira (1º), estabelece que apresentações musicais só podem ocorrer em ambientes internos, desde que haja isolamento acústico adequado.
A medida está prevista no Decreto Municipal nº 194/2025 e prevê sanções para quem descumprir as regras, incluindo a cassação do alvará de funcionamento.
Reconhecida como Estância Turística, São Luiz do Paraitinga construiu sua identidade a partir da música, das manifestações populares e dos eventos culturais que atraem visitantes ao longo do ano.
A reação contrária ganhou força nas redes sociais nos últimos dias e chegou à Câmara Municipal.
O vereador Gabriel Tomazini (MBL) se posicionou publicamente contra a medida e cobrou que a Prefeitura reveja a decisão. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que a proibição afeta muito mais do que o entretenimento.
Confira:
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Segundo o vereador, o reflexo da medida atinge uma cadeia inteira de trabalhadores, desde músicos até funcionários dos estabelecimentos.
Ele ressaltou que a presença da música estimula o turismo e amplia o consumo nos bares e restaurantes, o que pode resultar em mais empregos.
Tomazini também lembrou que a música faz parte da essência de São Luiz do Paraitinga e está diretamente ligada ao reconhecimento turístico do município.
Ao final do posicionamento, o vereador questionou os efeitos práticos da proibição e defendeu mudanças urgentes no decreto.
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Por Danilo Costa
Um decreto publicado pela Prefeitura de São Luiz do Paraitinga no início deste ano passou a restringir a realização de música ao vivo em áreas externas de bares, restaurantes e estabelecimentos similares no município.
Decreto limita apresentações musicais em áreas externas
A norma, que entrou em vigor na última quinta-feira (1º), estabelece que apresentações musicais só podem ocorrer em ambientes internos, desde que haja isolamento acústico adequado.
A medida está prevista no Decreto Municipal nº 194/2025 e prevê sanções para quem descumprir as regras, incluindo a cassação do alvará de funcionamento.
Reconhecida como Estância Turística, São Luiz do Paraitinga construiu sua identidade a partir da música, das manifestações populares e dos eventos culturais que atraem visitantes ao longo do ano.
Reação ganha força e chega à Câmara
A reação contrária ganhou força nas redes sociais nos últimos dias e chegou à Câmara Municipal.
O vereador Gabriel Tomazini (MBL) se posicionou publicamente contra a medida e cobrou que a Prefeitura reveja a decisão. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que a proibição afeta muito mais do que o entretenimento.
Confira:
[video width="720" height="1280" mp4="https://vlnews.com.br/wp-content/uploads/2026/01/Video_divulgacao-redes-sociais_vereador-do-MBL-.mp4"][/video]
Vereador destaca impacto econômico da medida
“Quando o comércio contrata música ao vivo, não é apenas entretenimento. Esses músicos recebem um cachê e esse dinheiro volta para a economia da cidade. Eles gastam no comércio local, no restaurante, no supermercado, abastecem o carro, contratam serviços e fazem a economia girar”, destacou Gabriel Tomazini.
Segundo o vereador, o reflexo da medida atinge uma cadeia inteira de trabalhadores, desde músicos até funcionários dos estabelecimentos.
Ele ressaltou que a presença da música estimula o turismo e amplia o consumo nos bares e restaurantes, o que pode resultar em mais empregos.
“Com mais movimento e mais música, os bares faturam mais e passam a ter condições de contratar mais funcionários. Isso gera emprego, renda e desenvolvimento para a cidade como um todo”, afirmou o parlamentar.
Tomazini também lembrou que a música faz parte da essência de São Luiz do Paraitinga e está diretamente ligada ao reconhecimento turístico do município.
“São Luiz do Paraitinga sempre foi reconhecida pela sua tradição cultural e musical. A música faz parte da identidade da cidade e foi um dos fatores que levaram o município a receber o título de Estância Turística”, disse Gabriel.
Pedido de revisão do decreto
Ao final do posicionamento, o vereador questionou os efeitos práticos da proibição e defendeu mudanças urgentes no decreto.
“A pergunta que fica é: essa proibição ajuda no desenvolvimento turístico, cultural e econômico da cidade ou apenas afasta renda, empregos e oportunidades? Não somos contra a organização, desde que ela não prejudique a atividade comercial e turística. Como vereador e comerciante, defendo que esse decreto seja revisto com urgência. Música ao vivo não é problema”, concluiu o vereador do MBL.
Foto: Divulgação / Fundart
Vídeo: Divulgação / Redes Socais
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