WhatsApp-Image-2025-12-09-at-09.57.03
Por Danilo Costa
Os vereadores de Taubaté voltam a discutir, nesta terça-feira (9), o futuro financeiro do município em uma sessão que promete tensionar o clima político na Câmara.
Três propostas do Executivo, todas ligadas ao aumento e reorganização do endividamento público, serão colocadas em votação após sucessivos adiamentos.
O tema ganhou relevância regional por envolver garantias da União e impacto direto nas finanças da cidade, que atende parte da população do eixo urbano da região.
A principal proposta em análise busca autorização para que a Prefeitura contrate um novo empréstimo de até R$ 166,4 milhões junto ao Banco do Brasil.
O recurso seria usado para quitar parcelas atrasadas de um financiamento internacional firmado com a Cooperação Andina de Fomento (CAF), última delas vencida em 1º de dezembro.
Sem conseguir honrar o pagamento, o prefeito Sérgio Victor (Novo) declarou na semana passada que o município não possui caixa suficiente para cobrir as parcelas, o que fez a União, como garantidora do acordo, assumir os custos e ampliar a pressão sobre o governo taubateano.
Além do débito com a CAF, os parlamentares também analisarão duas propostas de parcelamento das dívidas acumuladas com o Regime de Previdência Municipal, que somam R$ 288 milhões.
Os projetos estavam pautados para votação ainda na última sexta-feira (5), em sessão extraordinária, mas foram retirados após pedidos de vista.
O recuo alimentou críticas de vereadores que cobram esclarecimentos mais detalhados sobre o impacto financeiro das medidas.
A pressão aumentou após a Procuradoria da Câmara emitir, nesta semana, parecer contrário ao empréstimo de R$ 166 milhões.
O documento aponta inconsistências no texto enviado pelo Executivo e pode balizar a votação desta terça-feira, fortalecendo o grupo que pede mais cautela na renegociação de dívidas.
O financiamento em questão foi remetido ao Legislativo em novembro e prevê garantia da União e prazo estendido de pagamento, um total de 12 parcelas semestrais de US$ 5 milhões cada.
Foto: Reprodução
Mais notícias
Os vereadores de Taubaté voltam a discutir, nesta terça-feira (9), o futuro financeiro do município em uma sessão que promete tensionar o clima político na Câmara.
Três propostas do Executivo, todas ligadas ao aumento e reorganização do endividamento público, serão colocadas em votação após sucessivos adiamentos.
O tema ganhou relevância regional por envolver garantias da União e impacto direto nas finanças da cidade, que atende parte da população do eixo urbano da região.
Crise de caixa expõe urgência do governo municipal
A principal proposta em análise busca autorização para que a Prefeitura contrate um novo empréstimo de até R$ 166,4 milhões junto ao Banco do Brasil.
O recurso seria usado para quitar parcelas atrasadas de um financiamento internacional firmado com a Cooperação Andina de Fomento (CAF), última delas vencida em 1º de dezembro.
Sem conseguir honrar o pagamento, o prefeito Sérgio Victor (Novo) declarou na semana passada que o município não possui caixa suficiente para cobrir as parcelas, o que fez a União, como garantidora do acordo, assumir os custos e ampliar a pressão sobre o governo taubateano.
Dívidas previdenciárias ampliam tensão no Legislativo
Além do débito com a CAF, os parlamentares também analisarão duas propostas de parcelamento das dívidas acumuladas com o Regime de Previdência Municipal, que somam R$ 288 milhões.
Os projetos estavam pautados para votação ainda na última sexta-feira (5), em sessão extraordinária, mas foram retirados após pedidos de vista.
O recuo alimentou críticas de vereadores que cobram esclarecimentos mais detalhados sobre o impacto financeiro das medidas.
Parecer jurídico negativo deve acirrar debate
A pressão aumentou após a Procuradoria da Câmara emitir, nesta semana, parecer contrário ao empréstimo de R$ 166 milhões.
O documento aponta inconsistências no texto enviado pelo Executivo e pode balizar a votação desta terça-feira, fortalecendo o grupo que pede mais cautela na renegociação de dívidas.
O financiamento em questão foi remetido ao Legislativo em novembro e prevê garantia da União e prazo estendido de pagamento, um total de 12 parcelas semestrais de US$ 5 milhões cada.
Foto: Reprodução
Destaque
Campos do Jordão registra a cesta básica mais cara da RMVale em março de 2026
Noticias
Operação da 2º fase da carga especial na Rodovia dos Tamoios permanece suspensa por tempo indeterminado
Destaque
RMVale abre 71 vagas de emprego no setor de atacarejo
Destaque
Operação da PM em Aparecida resulta em prisão e apreensão de mais de 5kg de entorpecentes
Destaque
Ilhabela anuncia 118 vagas de emprego para diferentes áreas
Destaque
Ilhabela registra atrasos históricos em pagamentos a fornecedores
Destaque
Prisões e apreensões marcam operação contra tráfico em diversos bairros de São José
Destaque
Crateras em São José dos Campos leva a obra de R$ 8,7 milhões no Jardim Imperial
Destaque
Multinacional em São José abre 54 vagas de emprego em diversos setores
Destaque
Polícia Civil investiga tentativa de homicídio contra mulher de 35 anos em Lorena