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Por Danilo Costa
A Alstom, em Taubaté, voltou a operar normalmente na tarde desta sexta-feira (5) após quatro dias de greve.
O que encerrou a mobilização foi a aprovação, em assembleia dos trabalhadores, de um pacote de benefícios que, segundo o sindicato, deve gerar impacto direto na economia da cidade nos próximos dois anos.
O entendimento entre os funcionários e o Sindmetau surgiu depois de uma nova rodada de conversas aberta durante a paralisação iniciada na segunda-feira (1º).
O acordo, válido até 2027, prevê reajuste de 8,4% na PLR referente ao ciclo 2025/2026 e a ampliação do vale-alimentação, que teve alta de 33% em relação à proposta inicial da empresa.
O benefício começa a ser pago em janeiro já com valores retroativos a dezembro.
Com cerca de 700 trabalhadores na planta, o sindicato estima que a soma da PLR e do VA represente, até 2027, uma injeção de aproximadamente R$ 18,7 milhões na unidade de Taubaté.
O acordo também inclui estabilidade no emprego até 5 de março de 2026, exceto nos casos amparados por lei ou por contratos específicos.
A Alstom confirmou o fim da paralisação e afirmou que o consenso reforça o compromisso da empresa com a valorização de seu quadro e com a continuidade sustentável das operações no país.
A fábrica, instalada em Taubaté desde 2015, é responsável pela produção de trens e composições que atendem sistemas de mobilidade no Brasil e em outros países, como Chile, Taiwan e Romênia.
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A Alstom, em Taubaté, voltou a operar normalmente na tarde desta sexta-feira (5) após quatro dias de greve.
O que encerrou a mobilização foi a aprovação, em assembleia dos trabalhadores, de um pacote de benefícios que, segundo o sindicato, deve gerar impacto direto na economia da cidade nos próximos dois anos.
O entendimento entre os funcionários e o Sindmetau surgiu depois de uma nova rodada de conversas aberta durante a paralisação iniciada na segunda-feira (1º).
O acordo, válido até 2027, prevê reajuste de 8,4% na PLR referente ao ciclo 2025/2026 e a ampliação do vale-alimentação, que teve alta de 33% em relação à proposta inicial da empresa.
O benefício começa a ser pago em janeiro já com valores retroativos a dezembro.
Com cerca de 700 trabalhadores na planta, o sindicato estima que a soma da PLR e do VA represente, até 2027, uma injeção de aproximadamente R$ 18,7 milhões na unidade de Taubaté.
O acordo também inclui estabilidade no emprego até 5 de março de 2026, exceto nos casos amparados por lei ou por contratos específicos.
A Alstom confirmou o fim da paralisação e afirmou que o consenso reforça o compromisso da empresa com a valorização de seu quadro e com a continuidade sustentável das operações no país.
A fábrica, instalada em Taubaté desde 2015, é responsável pela produção de trens e composições que atendem sistemas de mobilidade no Brasil e em outros países, como Chile, Taiwan e Romênia.
Foto: Divulgação/ Alstom
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