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Por Danilo Costa
A rotina no principal hospital público de Caçapava voltou ao normal na manhã desta terça-feira (2), depois que os funcionários da Fundação de Saúde e Assistência do Município (Fusam) decidiram suspender a greve que já durava um mês.
A mobilização teve início no dia 03 de novembro, quando mudanças no fornecimento do vale-alimentação geraram conflito entre a categoria e a administração municipal.
Para a Procuradoria de Caçapava, havia irregularidades na forma como o benefício vinha sendo oferecido.
Já o sindicato sustenta que a refeição era um direito previsto em acordo coletivo e que a retirada impactou diretamente os trabalhadores de plantão.
Mesmo com a greve, uma escala mínima foi mantida para evitar prejuízos aos pacientes, 75% dos profissionais continuaram atuando em setores essenciais, como urgência, enfermarias e exames.
A suspensão do movimento foi aprovada em assembleia realizada nesta terça-feira.
Apesar do retorno ao trabalho, o sindicato afirma que os servidores permanecerão em “estado permanente de mobilização”, acompanhando os desdobramentos judiciais que tratam do vale-alimentação.
A entidade reforça que a meta é restabelecer a oferta regular de refeições para todas as equipes.
Uma nova assembleia foi confirmada para 8 de dezembro, quando a categoria deve avaliar o andamento das negociações e decidir se haverá novos protestos ou retomada da greve.
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A rotina no principal hospital público de Caçapava voltou ao normal na manhã desta terça-feira (2), depois que os funcionários da Fundação de Saúde e Assistência do Município (Fusam) decidiram suspender a greve que já durava um mês.
A mobilização teve início no dia 03 de novembro, quando mudanças no fornecimento do vale-alimentação geraram conflito entre a categoria e a administração municipal.
Para a Procuradoria de Caçapava, havia irregularidades na forma como o benefício vinha sendo oferecido.
Já o sindicato sustenta que a refeição era um direito previsto em acordo coletivo e que a retirada impactou diretamente os trabalhadores de plantão.
Mesmo com a greve, uma escala mínima foi mantida para evitar prejuízos aos pacientes, 75% dos profissionais continuaram atuando em setores essenciais, como urgência, enfermarias e exames.
A suspensão do movimento foi aprovada em assembleia realizada nesta terça-feira.
Apesar do retorno ao trabalho, o sindicato afirma que os servidores permanecerão em “estado permanente de mobilização”, acompanhando os desdobramentos judiciais que tratam do vale-alimentação.
A entidade reforça que a meta é restabelecer a oferta regular de refeições para todas as equipes.
Uma nova assembleia foi confirmada para 8 de dezembro, quando a categoria deve avaliar o andamento das negociações e decidir se haverá novos protestos ou retomada da greve.
Foto: Divulgação / FUSAM
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