WhatsApp-Image-2025-11-25-at-17.10.32
Por Danilo Costa
A greve dos trabalhadores da FUSAM (Fundação de Saúde Municipal de Caçapava) completou 22 dias nesta terça-feira (25) em meio a um cenário de indefinição sobre o futuro da paralisação.
A crise, iniciada após mudanças no sistema de fornecimento de refeições aos funcionários, ganhou contornos ainda mais graves com o desabafo público de uma auxiliar de enfermagem que atua há quase duas décadas na instituição.
A paralisação começou em 3 de novembro e o movimento está se tornando exaustivo para alguns servidores, como na repercussão do vídeo divulgado nesta tarde, no qual uma servidora aparece chorando ao relatar seu estado de saúde.
Em meio ao impasse, uma audiência de conciliação realizada na última quarta-feira (19) pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) apresentou uma proposta para tentar encerrar a greve.
O plano prevê o retorno imediato das atividades e a retomada do fornecimento de refeições aos funcionários.
O Sindicato dos Trabalhadores submeteu os termos à categoria, que aprovou a proposta.
Agora, a Prefeitura de Caçapava precisa validar o acordo para que ele seja formalizado. O TRT estabeleceu prazo até 5 de dezembro para que todos os envolvidos respondam se aceitam ou não os termos.
O município afirmou que não houve conciliação durante a audiência, mas não comentou sobre a nova proposta. Até que a gestão se manifeste formalmente, a situação permanece indefinida e sob análise.
É nesse ambiente de espera que o relato de Roseli de Jesus, 57 anos, auxiliar de enfermagem da FUSAM, ganhou força nas redes sociais. Confira:
[video width="476" height="850" mp4="https://vlnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Video_servidora-fusam_redes-sociais.mp4"][/video]
Servidora desde 2007, inicialmente contratada e, depois, concursada, Roseli surgiu bastante abalada no vídeo que viralizou entre colegas e moradores da cidade na tarde desta terça-feira.
Na gravação, a servidora direciona parte do apelo ao prefeito de Caçapava, cobrando sensibilidade diante do que considera um impasse desnecessário.
Roseli reforça ainda que a alimentação sempre fez parte da rotina dos profissionais.
Enquanto isso, o futuro da paralisação depende da posição da Prefeitura sobre a proposta do TRT.
Caso aceite os termos, a greve pode ser encerrada nos próximos dias, com retomada gradual dos serviços e continuidade das discussões sobre as reivindicações.
Se houver recusa, o impasse pode se prolongar e ampliar ainda mais o desgaste de uma categoria que sustenta a saúde pública do município.
Mais notícias
A greve dos trabalhadores da FUSAM (Fundação de Saúde Municipal de Caçapava) completou 22 dias nesta terça-feira (25) em meio a um cenário de indefinição sobre o futuro da paralisação.
A crise, iniciada após mudanças no sistema de fornecimento de refeições aos funcionários, ganhou contornos ainda mais graves com o desabafo público de uma auxiliar de enfermagem que atua há quase duas décadas na instituição.
A paralisação começou em 3 de novembro e o movimento está se tornando exaustivo para alguns servidores, como na repercussão do vídeo divulgado nesta tarde, no qual uma servidora aparece chorando ao relatar seu estado de saúde.
Em meio ao impasse, uma audiência de conciliação realizada na última quarta-feira (19) pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT) apresentou uma proposta para tentar encerrar a greve.
O plano prevê o retorno imediato das atividades e a retomada do fornecimento de refeições aos funcionários.
O Sindicato dos Trabalhadores submeteu os termos à categoria, que aprovou a proposta.
Agora, a Prefeitura de Caçapava precisa validar o acordo para que ele seja formalizado. O TRT estabeleceu prazo até 5 de dezembro para que todos os envolvidos respondam se aceitam ou não os termos.
O município afirmou que não houve conciliação durante a audiência, mas não comentou sobre a nova proposta. Até que a gestão se manifeste formalmente, a situação permanece indefinida e sob análise.
Vídeo de servidora emocionada viraliza nas redes sociais
É nesse ambiente de espera que o relato de Roseli de Jesus, 57 anos, auxiliar de enfermagem da FUSAM, ganhou força nas redes sociais. Confira:
[video width="476" height="850" mp4="https://vlnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Video_servidora-fusam_redes-sociais.mp4"][/video]
Servidora desde 2007, inicialmente contratada e, depois, concursada, Roseli surgiu bastante abalada no vídeo que viralizou entre colegas e moradores da cidade na tarde desta terça-feira.
“São 18 anos de Fusam… eu nunca pensei que eu estaria num estado lastimável que eu estou aqui hoje. Desde que começou essa greve, essa corte da comida da gente… passando noites lá, se acabando. Infelizmente hoje eu tô aqui no estado depressivo, com medicações pra tomar. Tá aqui um atestado que o psiquiatra deu pra mim, porque eu não tô aguentando mais”, diz ela, mostrando o documento médico.
Na gravação, a servidora direciona parte do apelo ao prefeito de Caçapava, cobrando sensibilidade diante do que considera um impasse desnecessário.
“Esse desabafo vai para você, prefeito, que a gente acreditou… por causa de comida, há 23 dias de greve, e o senhor não amolece esse coração. Eu, com os meus 57 anos, prestes a me aposentar, nunca pensei que ia passar por uma situação dessa”, afirmou a servidora.
Roseli reforça ainda que a alimentação sempre fez parte da rotina dos profissionais.
“Há 18 anos eu como na Fusam. Nunca pensei que ia estar num estado desse. Hoje eu estou aqui na minha casa… depressiva… tomando medicação… vamos ver quando eu volto a trabalhar.”
Enquanto isso, o futuro da paralisação depende da posição da Prefeitura sobre a proposta do TRT.
Caso aceite os termos, a greve pode ser encerrada nos próximos dias, com retomada gradual dos serviços e continuidade das discussões sobre as reivindicações.
Se houver recusa, o impasse pode se prolongar e ampliar ainda mais o desgaste de uma categoria que sustenta a saúde pública do município.
Foto: Danilo Costa / VL News
Destaque
Campos do Jordão registra a cesta básica mais cara da RMVale em março de 2026
Noticias
Operação da 2º fase da carga especial na Rodovia dos Tamoios permanece suspensa por tempo indeterminado
Destaque
RMVale abre 71 vagas de emprego no setor de atacarejo
Destaque
Operação da PM em Aparecida resulta em prisão e apreensão de mais de 5kg de entorpecentes
Destaque
Ilhabela anuncia 118 vagas de emprego para diferentes áreas
Destaque
Ilhabela registra atrasos históricos em pagamentos a fornecedores
Destaque
Prisões e apreensões marcam operação contra tráfico em diversos bairros de São José
Destaque
Crateras em São José dos Campos leva a obra de R$ 8,7 milhões no Jardim Imperial
Destaque
Multinacional em São José abre 54 vagas de emprego em diversos setores
Destaque
Polícia Civil investiga tentativa de homicídio contra mulher de 35 anos em Lorena