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Por Danilo Costa
O crescimento do calendário de festas agropecuárias e equestres no Vale do Paraíba impulsionou um debate antigo em Guaratinguetá: a regulamentação dos rodeios.
Na noite desta segunda-feira (24), os vereadores aprovaram um projeto que estabelece parâmetros oficiais para a realização dessas atividades no município.
A votação, apertada, terminou com seis votos favoráveis e cinco contrários.
A proposta define como devem funcionar os eventos que envolvem bovinos e equinos, desde competições esportivas até cavalgadas e provas cronometradas.
Pelo texto, organizadores de rodeios e de provas equestres terão novas exigências.
Entre elas estão o transporte apropriado dos animais, acompanhamento veterinário durante todas as atividades e apresentação da documentação sanitária antes do início das competições.
Instrumentos que possam gerar ferimentos ficam vetados, e a prática de vaquejada permanece proibida na cidade.
Além das regras operacionais, o projeto inclui contrapartidas financeiras: 2% do lucro de cada evento serão repassados ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e outros 2% da arrecadação bruta irão para a UPA de Guaratinguetá.
Com a aprovação em plenário, a regulamentação segue agora para análise do Executivo, que decidirá se o texto será sancionado ou não.
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O crescimento do calendário de festas agropecuárias e equestres no Vale do Paraíba impulsionou um debate antigo em Guaratinguetá: a regulamentação dos rodeios.
Na noite desta segunda-feira (24), os vereadores aprovaram um projeto que estabelece parâmetros oficiais para a realização dessas atividades no município.
A votação, apertada, terminou com seis votos favoráveis e cinco contrários.
A proposta define como devem funcionar os eventos que envolvem bovinos e equinos, desde competições esportivas até cavalgadas e provas cronometradas.
Pelo texto, organizadores de rodeios e de provas equestres terão novas exigências.
Entre elas estão o transporte apropriado dos animais, acompanhamento veterinário durante todas as atividades e apresentação da documentação sanitária antes do início das competições.
Instrumentos que possam gerar ferimentos ficam vetados, e a prática de vaquejada permanece proibida na cidade.
Além das regras operacionais, o projeto inclui contrapartidas financeiras: 2% do lucro de cada evento serão repassados ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e outros 2% da arrecadação bruta irão para a UPA de Guaratinguetá.
Com a aprovação em plenário, a regulamentação segue agora para análise do Executivo, que decidirá se o texto será sancionado ou não.
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