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Por Danilo Costa
A pauta dos servidores da FUSAM, em greve há 15 dias, ganhou um novo peso neste fim de semana: o movimento passou a receber apoio de entidades trabalhistas diretamente da Itália.
Essa manifestação internacional colocou Caçapava no centro de um debate global sobre direitos trabalhistas e condições de trabalho no setor público.
Durante um encontro global realizado neste domingo (16) pela Rede Sindical Internacional, organização que reúne sindicatos e centrais sindicais de vários países, a delegação brasileira ligada à CSP-Conlutas apresentou um documento de apoio aos trabalhadores da FUSAM.
A proposta foi aprovada e acolhida pelas lideranças presentes, ampliando a visibilidade da situação no município de Caçapava.

A mobilização também reacendeu o debate sobre um dos pontos centrais da paralisação: o fim da alimentação oferecida no hospital.
De acordo com a Prefeitura, a suspensão ocorreu após a Procuradoria Geral apontar irregularidades no modelo utilizado para fornecer as refeições aos servidores.
Já o sindicato contesta essa justificativa e afirma que o benefício estava previsto em um acordo coletivo firmado entre as partes.
Diante do impasse, os trabalhadores exigem a retomada imediata da alimentação e o cumprimento integral do Acordo Coletivo de Trabalho, que, segundo a categoria, ainda não foi cumprido pela prefeitura.
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A pauta dos servidores da FUSAM, em greve há 15 dias, ganhou um novo peso neste fim de semana: o movimento passou a receber apoio de entidades trabalhistas diretamente da Itália.
Essa manifestação internacional colocou Caçapava no centro de um debate global sobre direitos trabalhistas e condições de trabalho no setor público.
Durante um encontro global realizado neste domingo (16) pela Rede Sindical Internacional, organização que reúne sindicatos e centrais sindicais de vários países, a delegação brasileira ligada à CSP-Conlutas apresentou um documento de apoio aos trabalhadores da FUSAM.
A proposta foi aprovada e acolhida pelas lideranças presentes, ampliando a visibilidade da situação no município de Caçapava.

Servidores pressionam prefeitura para restabelecimento da alimentação
A mobilização também reacendeu o debate sobre um dos pontos centrais da paralisação: o fim da alimentação oferecida no hospital.
De acordo com a Prefeitura, a suspensão ocorreu após a Procuradoria Geral apontar irregularidades no modelo utilizado para fornecer as refeições aos servidores.
Já o sindicato contesta essa justificativa e afirma que o benefício estava previsto em um acordo coletivo firmado entre as partes.
Diante do impasse, os trabalhadores exigem a retomada imediata da alimentação e o cumprimento integral do Acordo Coletivo de Trabalho, que, segundo a categoria, ainda não foi cumprido pela prefeitura.
Foto 1: Danilo Costa / VL News
Foto 2: Divulgação / CSP-Conlutas
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