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Por Danilo Costa
A partir de 1º de janeiro de 2026, os moradores de Pindamonhangaba vão pagar o IPTU com novas regras e valores.
A mudança faz parte da revisão da Planta Genérica de Valores (PGV) e da atualização das taxas do imposto, previstas em um projeto de lei complementar enviado pela Prefeitura à Câmara Municipal e já sancionado pelo Executivo.
A revisão da PGV define um novo valor estimado para cada imóvel da cidade, levando em conta características como terreno, área construída, padrão e estado de conservação.
Esses dados servirão de base para o cálculo do IPTU e outros tributos municipais.
De acordo com a nova lei, imóveis residenciais terão taxas diferentes entre 0,35% e 0,50%, conforme valor estimado.
Já os imóveis não residenciais pagarão entre 0,50% e 0,65%. Para terrenos, a taxa será única, fixada em 1%.
Para evitar aumentos muito bruscos, o reajuste poderá ser aplicado de forma escalonada, limitado a 25% ao ano, até atingir o valor total previsto.
Segundo a administração municipal, a atual Planta Genérica estava defasada desde 1997, o que causava distorções nos valores cobrados entre diferentes regiões da cidade.
A Prefeitura afirma que a atualização busca corrigir essas diferenças e garantir uma tributação mais justa.
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A partir de 1º de janeiro de 2026, os moradores de Pindamonhangaba vão pagar o IPTU com novas regras e valores.
A mudança faz parte da revisão da Planta Genérica de Valores (PGV) e da atualização das taxas do imposto, previstas em um projeto de lei complementar enviado pela Prefeitura à Câmara Municipal e já sancionado pelo Executivo.
Regras atualizadas definem novo valor dos imóveis
A revisão da PGV define um novo valor estimado para cada imóvel da cidade, levando em conta características como terreno, área construída, padrão e estado de conservação.
Esses dados servirão de base para o cálculo do IPTU e outros tributos municipais.
De acordo com a nova lei, imóveis residenciais terão taxas diferentes entre 0,35% e 0,50%, conforme valor estimado.
Já os imóveis não residenciais pagarão entre 0,50% e 0,65%. Para terrenos, a taxa será única, fixada em 1%.
Para evitar aumentos muito bruscos, o reajuste poderá ser aplicado de forma escalonada, limitado a 25% ao ano, até atingir o valor total previsto.
Prefeitura defende atualização após quase 30 anos
Segundo a administração municipal, a atual Planta Genérica estava defasada desde 1997, o que causava distorções nos valores cobrados entre diferentes regiões da cidade.
A Prefeitura afirma que a atualização busca corrigir essas diferenças e garantir uma tributação mais justa.
Foto: Reprodução
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