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Por Danilo Costa
O clima segue tenso no setor da saúde de Caçapava. Nesta quinta-feira (6), o sindicato e os servidores da FUSAM chegaram ao quarto dia de greve e foram às ruas em passeata para reforçar o pedido por melhores condições de trabalho.
Ainda hoje, às 16h, uma audiência de conciliação entre a instituição e os grevistas tenta abrir um novo caminho para um comum acordo.
Desde a última segunda-feira (3), o hospital vive dias de incerteza e resistência. Os profissionais decidiram parar as atividades após cortes no fornecimento de refeições e a redução pela metade do vale-alimentação, que passou de R$ 850 para R$ 425.
Segundo o grupo, o movimento também é uma forma de cobrar o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho, que estaria sendo ignorado pela administração.
Durante a manhã, os servidores se reuniram em frente ao hospital, no Centro da cidade, e seguiram em caminhada pela Rua Pereira de Mattos, levando cartazes e palavras de ordem.
A mobilização reuniu diversas categorias da saúde e contou com o apoio de moradores que acompanharam o ato pelas calçadas.
De acordo com informações da Prefeitura, o corte nas refeições ocorreu após a identificação de pagamentos em duplicidade do benefício alimentação. Mesmo assim, foi mantido o café da manhã e o uso do cartão que serve como alimentação, permitindo compras em comércios credenciados.
Durante o período de greve, os atendimentos considerados essenciais seguem em funcionamento. Isso ocorre por determinação judicial, que exige a presença mínima de 75% dos servidores no hospital.
[video width="720" height="1280" mp4="https://vlnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Video_reproducao-redes-sociais_-4o-dia-greve-FUSAM.mp4"][/video]
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O clima segue tenso no setor da saúde de Caçapava. Nesta quinta-feira (6), o sindicato e os servidores da FUSAM chegaram ao quarto dia de greve e foram às ruas em passeata para reforçar o pedido por melhores condições de trabalho.
Ainda hoje, às 16h, uma audiência de conciliação entre a instituição e os grevistas tenta abrir um novo caminho para um comum acordo.
Desde a última segunda-feira (3), o hospital vive dias de incerteza e resistência. Os profissionais decidiram parar as atividades após cortes no fornecimento de refeições e a redução pela metade do vale-alimentação, que passou de R$ 850 para R$ 425.
Segundo o grupo, o movimento também é uma forma de cobrar o cumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho, que estaria sendo ignorado pela administração.
Durante a manhã, os servidores se reuniram em frente ao hospital, no Centro da cidade, e seguiram em caminhada pela Rua Pereira de Mattos, levando cartazes e palavras de ordem.
A mobilização reuniu diversas categorias da saúde e contou com o apoio de moradores que acompanharam o ato pelas calçadas.
De acordo com informações da Prefeitura, o corte nas refeições ocorreu após a identificação de pagamentos em duplicidade do benefício alimentação. Mesmo assim, foi mantido o café da manhã e o uso do cartão que serve como alimentação, permitindo compras em comércios credenciados.
Durante o período de greve, os atendimentos considerados essenciais seguem em funcionamento. Isso ocorre por determinação judicial, que exige a presença mínima de 75% dos servidores no hospital.
[video width="720" height="1280" mp4="https://vlnews.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Video_reproducao-redes-sociais_-4o-dia-greve-FUSAM.mp4"][/video]
Foto: Reprodução
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