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Por Danilo Costa
A produção de peças aeronáuticas na unidade da Sonaca, em São José dos Campos, está parcialmente paralisada.
Os trabalhadores decidiram entrar em greve por tempo indeterminado em busca de um reajuste salarial de 8,5%, abono de R$ 3 mil e assinatura de um acordo coletivo que assegure condições superiores às previstas pela CLT.
A mobilização, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos, pressiona a direção da fábrica a abrir negociação direta com a categoria, após a rejeição de uma proposta da Fiesp.
O sindicato afirma que a proposta intermediada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) não atende às necessidades dos funcionários, que exigem tratar o acordo diretamente com a empresa.
De acordo com a categoria, apenas uma conversa entre as partes pode garantir avançar nas pautas salariais e nas melhorias das condições de trabalho.
A Sonaca é uma das maiores fornecedoras de componentes aeronáuticos do país e emprega cerca de 800 profissionais em sua planta localizada na zona sul de São José dos Campos.
A unidade fabrica estruturas e peças utilizadas por gigantes da aviação, como Boeing e Embraer.
Entre as principais demandas da categoria estão o reajuste salarial de 8,5%, o abono de R$ 3 mil e a assinatura de um acordo coletivo de trabalho que ofereça direitos acima do piso da categoria.
Com a greve em andamento, parte da produção está parada, e o sindicato mantém assembleias diárias para avaliar os rumos do movimento.
A próxima está marcada para terça-feira (4), quando os metalúrgicos poderão decidir se a paralisação continua.
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A produção de peças aeronáuticas na unidade da Sonaca, em São José dos Campos, está parcialmente paralisada.
Os trabalhadores decidiram entrar em greve por tempo indeterminado em busca de um reajuste salarial de 8,5%, abono de R$ 3 mil e assinatura de um acordo coletivo que assegure condições superiores às previstas pela CLT.
A mobilização, organizada pelo Sindicato dos Metalúrgicos, pressiona a direção da fábrica a abrir negociação direta com a categoria, após a rejeição de uma proposta da Fiesp.
Categoria rejeita proposta e exige negociação direta
O sindicato afirma que a proposta intermediada pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) não atende às necessidades dos funcionários, que exigem tratar o acordo diretamente com a empresa.
De acordo com a categoria, apenas uma conversa entre as partes pode garantir avançar nas pautas salariais e nas melhorias das condições de trabalho.
A Sonaca é uma das maiores fornecedoras de componentes aeronáuticos do país e emprega cerca de 800 profissionais em sua planta localizada na zona sul de São José dos Campos.
A unidade fabrica estruturas e peças utilizadas por gigantes da aviação, como Boeing e Embraer.
Reivindicações e próximos passos
Entre as principais demandas da categoria estão o reajuste salarial de 8,5%, o abono de R$ 3 mil e a assinatura de um acordo coletivo de trabalho que ofereça direitos acima do piso da categoria.
Com a greve em andamento, parte da produção está parada, e o sindicato mantém assembleias diárias para avaliar os rumos do movimento.
A próxima está marcada para terça-feira (4), quando os metalúrgicos poderão decidir se a paralisação continua.
Foto: Divulgação/Sindicato
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