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Por Danilo Costa
A greve dos funcionários da Fundação de Saúde e Assistência do Município de Caçapava (FUSAM), iniciada nesta segunda-feira (3), ganhou um novo capítulo após decisão da Justiça de São Paulo determinar que pelo menos 75% dos servidores permaneçam em atividade.
A medida, expedida pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-SP), desembargador Beretta da Silveira, atendeu a um pedido da Prefeitura e busca evitar a interrupção total dos serviços de saúde prestados à população de Caçapava e Jambeiro.
O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Caçapava e Jambeiro (Sindserv), Edson Carmo, confirmou ao Portal VL News que a categoria foi notificada oficialmente e cumprirá a determinação da Justiça.
Ele informou ainda que os servidores seguem mobilizados e que assembleias estão sendo realizadas diariamente para deliberar sobre os próximos passos da paralisação.
A greve foi iniciada após o corte no fornecimento de refeições aos funcionários e o descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.
A decisão foi tomada durante uma assembleia realizada na manhã desta segunda-feira, em frente à unidade hospitalar, no Centro de Caçapava.
De acordo com o Sindserv, a gestão municipal reduziu pela metade o vale-alimentação, de R$ 850 para R$ 425, e suspendeu o direito de se alimentar no refeitório da própria FUSAM, um benefício considerado histórico pelos servidores.
A FUSAM conta com cerca de 500 funcionários, responsáveis por grande parte dos atendimentos de urgência e emergência do município.
Em nota enviada ao Portal VL News, a Prefeitura de Caçapava informou que o fornecimento de refeições aos funcionários da FUSAM foi suspenso a partir de 1º de novembro de 2025, mantendo apenas o café da manhã.
Segundo o comunicado, a decisão foi baseada em um parecer jurídico da Procuradoria do Município, que apontou pagamento em duplicidade do benefício alimentação.
A Prefeitura também afirmou que o cartão Alelo Tudo passará a ter duas modalidades, “alimentação” e “refeição”, e que os servidores terão à disposição um espaço adequado para armazenar e aquecer suas marmitas.
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A greve dos funcionários da Fundação de Saúde e Assistência do Município de Caçapava (FUSAM), iniciada nesta segunda-feira (3), ganhou um novo capítulo após decisão da Justiça de São Paulo determinar que pelo menos 75% dos servidores permaneçam em atividade.
A medida, expedida pelo vice-presidente do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-SP), desembargador Beretta da Silveira, atendeu a um pedido da Prefeitura e busca evitar a interrupção total dos serviços de saúde prestados à população de Caçapava e Jambeiro.
Sindicato confirma cumprimento da decisão judicial
O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Caçapava e Jambeiro (Sindserv), Edson Carmo, confirmou ao Portal VL News que a categoria foi notificada oficialmente e cumprirá a determinação da Justiça.
Ele informou ainda que os servidores seguem mobilizados e que assembleias estão sendo realizadas diariamente para deliberar sobre os próximos passos da paralisação.
“Os servidores do segundo turno se reúnem hoje, às 18h30, em frente à FUSAM, e amanhã será a vez do pessoal do primeiro turno, às 6h30”, afirmou o sindicalista.
Motivos da greve
A greve foi iniciada após o corte no fornecimento de refeições aos funcionários e o descumprimento do Acordo Coletivo de Trabalho.
A decisão foi tomada durante uma assembleia realizada na manhã desta segunda-feira, em frente à unidade hospitalar, no Centro de Caçapava.
De acordo com o Sindserv, a gestão municipal reduziu pela metade o vale-alimentação, de R$ 850 para R$ 425, e suspendeu o direito de se alimentar no refeitório da própria FUSAM, um benefício considerado histórico pelos servidores.
A FUSAM conta com cerca de 500 funcionários, responsáveis por grande parte dos atendimentos de urgência e emergência do município.
O que diz a Prefeitura de Caçapava
Em nota enviada ao Portal VL News, a Prefeitura de Caçapava informou que o fornecimento de refeições aos funcionários da FUSAM foi suspenso a partir de 1º de novembro de 2025, mantendo apenas o café da manhã.
Segundo o comunicado, a decisão foi baseada em um parecer jurídico da Procuradoria do Município, que apontou pagamento em duplicidade do benefício alimentação.
A Prefeitura também afirmou que o cartão Alelo Tudo passará a ter duas modalidades, “alimentação” e “refeição”, e que os servidores terão à disposição um espaço adequado para armazenar e aquecer suas marmitas.
“A medida tem como objetivo garantir a conformidade legal e a correta aplicação dos recursos públicos, em observância aos princípios da Administração Pública”, destacou o texto.
Foto: Imagem ilustrativa
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