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Carlos Rocha foi condenado há 7 anos e meio pelo STF.
Por Danilo Costa
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar um engenheiro formado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos.
Ele foi responsabilizado por sua participação na divulgação de análises que apontavam supostas falhas no sistema eletrônico de votação, durante o período eleitoral de 2022. A pena definida foi de 7 anos e 6 meses de prisão em regime semiaberto.
O acusado chefiava uma instituição que divulgou um documento técnico nas eleições de 2022, sugerindo que o modelo de votação poderia ser suscetível a fraudes.
O material, divulgado antes do primeiro turno, alimentou um debate nacional sobre auditoria e segurança das urnas. Após o resultado da disputa presidencial, ele participou de coletiva reforçando suas avaliações sobre o processo.
Reconhecido por sua formação em engenharia em uma das escolas mais respeitadas do país, ele afirmava ter conhecimento profundo sobre as tecnologias aplicadas na votação eletrônica.
Conforme relatório da PGR, o instituto teria criado um respaldo técnico inexistente. Apesar da condenação, o engenheiro cumprirá pena em regime semiaberto, podendo sair durante o dia e retornar no período noturno.
A medida foi determinada porque a sentença ficou abaixo do limite para o regime fechado e também considerou a idade do engenheiro. Essa é a primeira condenação no caso que não exige o início imediato em regime fechado.
Na mesma sessão, o Supremo decidiu reabrir uma investigação sobre um líder partidário associado aos debates eleitorais de 2022. Outros investigados, incluindo ex-integrantes das Forças de Segurança, já haviam recebido condenações mais severas.
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Por Danilo Costa
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu condenar um engenheiro formado no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos.
Ele foi responsabilizado por sua participação na divulgação de análises que apontavam supostas falhas no sistema eletrônico de votação, durante o período eleitoral de 2022. A pena definida foi de 7 anos e 6 meses de prisão em regime semiaberto.
O acusado chefiava uma instituição que divulgou um documento técnico nas eleições de 2022, sugerindo que o modelo de votação poderia ser suscetível a fraudes.
O material, divulgado antes do primeiro turno, alimentou um debate nacional sobre auditoria e segurança das urnas. Após o resultado da disputa presidencial, ele participou de coletiva reforçando suas avaliações sobre o processo.
Formação no ITA e participação em discussões digitais
Reconhecido por sua formação em engenharia em uma das escolas mais respeitadas do país, ele afirmava ter conhecimento profundo sobre as tecnologias aplicadas na votação eletrônica.
Conforme relatório da PGR, o instituto teria criado um respaldo técnico inexistente. Apesar da condenação, o engenheiro cumprirá pena em regime semiaberto, podendo sair durante o dia e retornar no período noturno.
A medida foi determinada porque a sentença ficou abaixo do limite para o regime fechado e também considerou a idade do engenheiro. Essa é a primeira condenação no caso que não exige o início imediato em regime fechado.
Na mesma sessão, o Supremo decidiu reabrir uma investigação sobre um líder partidário associado aos debates eleitorais de 2022. Outros investigados, incluindo ex-integrantes das Forças de Segurança, já haviam recebido condenações mais severas.
Foto: Arquivo pessoal
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